Talvez você já tenha se deparado com o termo “smart city” (cidade inteligente) antes. Trata-se de uma discussão que é tendência mundial e já são mais de 38 mil…
Talvez você já tenha se deparado com o termo “smart city” (cidade inteligente) antes. Trata-se de uma discussão que é tendência mundial e já são mais de 38 milhões de resultados de pesquisa no Google. Mais do que discutir e classificar as cidades como inteligentes ou não, é preciso traçar um plano com o objetivo de torná-las inteligentes. Para isso, o primeiro passo é a definição de um conceito para o termo. Smart city: o que é? Segundo a União Europeia, Smart Cities são aquelas cujas pessoas interagem em redes estratégicas de energia, conhecimento, financiamento e materiais formando infraestrutura, oferecendo serviços de comunicação, informação e planejamento que solucionam problemas locais, ou seja, com objetivo de alcançar o desenvolvimento sustentável. Baseando-se em indicadores, pesquisadores do IESE Business School da Universidade de Navarra, formataram o ranking Cities in Motion . O modelo definido contempla indicadores para medição do nível de inteligência de uma cidade. São eles: capital humano — estratégias para o desenvolvimento pessoal e profissional dos moradores, com foco na promoção de educação de qualidade e repertório científico e cultural; coesão social — diz respeito ao senso de “pertencimento” da população, proporcionado por iniciativas como o desenvolvimento comunitário, a acessibilidade e o combate ao preconceito; economia — trata-se das ações de incentivo à economia local, à criação de planos industriais estratégicos e ao estímulo ao empreendedorismo;…